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Sessão "Quer fazer cinema, seu filhu da puta?" parte 2

Recebi no meu email, dentro da lista da Canibal Holocausto um trecho da entrevista com o Pedro Cabaçal falando sobre cinema. foi o Renato Doho que nos trouxe esta pérola!

Vejam....não é foda?

engraçada essa parte da entrevista com o Bial falando de sua
experiência no
cinema (história tão comum no cinema nacional hehehe):

Você já foi jogador de basquete, poeta militante com o grupo Os
Camaleões,
correspondente da TV Globo, dirigiu um filme ("Outras Estórias",
baseado em
Guimarães Rosa), apresenta o Big Brother. O que gosta mais de fazer?



Pedro Bial: De escrever, por mais chato que seja. O cinema foi minha
experiência mais traumática porque eu perdi tudo, todas as economias
que
tinha feito durante a vida inteira. Ao mesmo tempo, o que o trabalho
tinha
de criação, esse lado autoral da direção, ficou na minha vida como uma
redoma de encantamento.


Escrito por Vebis às 18h56 [] [envie esta mensagem]

Spoilers que mamãe pediu a Deus!

Eis aqui mais fotos que me deixam besta!

MAis uma abaixo de outro ângulo e de qualidade menor!

A Questão é que isso não estava me instigando muito! Eu disse: Estava!

Mira Papa, Mira Papa, sien las mãos!


Escrito por Vebis às 16h14 [] [envie esta mensagem]

Confirmando que não ouvi besteira naquela coletiva
Taí. Era o que eu esperava. No dia que rolou a coletiva de imprensa com o Polanski que acabei 
causando dando presente para ele (uma camisa "pirata" sda seleção brasileira de futebol) tudo fluiu bem. 
Os jornalistas que estavam no dia vieram depois agradecer que eu quebrei o gelo. Pois bem, naquele dia 
estava extasiado. Não era a toa, né? mas tive a impressão de ouvir que o Nicholson promovia bacanais nas 
casas de praia. Se moscar, foi por culpa do Nicholson que o Polanski não pisa mais no pútrido território 
norte americano. e quando li esta entrevista notei o quanto ela foi amenizada!
Polanski com meu presente no corpo. Pouco abaixo o grande amigo Xiquinho Cesar Filho
Por Arthur Spiegelman

LOS ANGELES (Reuters) - Trinta anos depois de Jack Nicholson, todo 
quebrado, ser levado de uma rua ensanguentada, com o aviso "esqueça, 
Jake. É Chinatown", o retrato pintado pelo filme do mal capitalista 
sombrio corrompendo a ensolarada Los Angeles continua tão vívido 
quanto sempre.

O que é difícil acreditar, mesmo depois de 30 anos, são as discussões 
e os obstáculos que "Chinatown", um dos maiores filmes da história de 
Hollywood, precisou superar para ser feito, mesmo numa época em que 
Watergate e a Guerra do Vietnã estavam forçando os norte-americanos a 
reexaminar os valores de sua sociedade.

Hoje em dia o filme que mistura um suspense em estilo noir com 
incesto e corrupção municipal -- o roubo de água de comunidades 
rurais para fazer o deserto de Los Angeles virar uma zona imobiliária 
de alto valor -- parece tão perfeito que é estudado nas escolas de 
cinema.

Mas quatro dos homens que fizeram o filme -- o produtor Robert Evans, 
o roteirista Robert Towne, o diretor assistente Howard Koch e o astro 
Jack Nicholson -- se reuniram recentemente no palco da Academia de 
Artes e Ciências Cinematográficas para presentear uma platéia formada 
por pessoas do mundo do cinema com um relato dos problemas que 
tiveram para fazê-lo.

Evans foi o primeiro a causar polêmica, ao não deixar o roteirista 
Towne sentar a seu lado no palco, levando os presentes a imaginar que 
a disputa entre eles continua, mesmo após todos esses anos. Mas ele 
estava apenas guardando o lugar para Nicholson, que apareceu como 
convidado surpresa.

Na versão de Evans, ele era o único da Paramount Pictures que pensava 
saber o que Towne, o diretor Roman Polanski e Jack Nicholson estavam 
fazendo no filme.

"Se havia 500 pessoas trabalhando na Paramount, eram 500 pessoas que 
achavam que era a pior coisa que já tinham lido na vida. Eu 
disse 'não entendo, mas e daí? Como posso sair perdendo?'." 
Tuna Dweek foi a tradutora intérprete do Polanski no dia. Ele falava francês.

INCESTO E CORRUPÇÃO A trama do filme se inspirou em vários elementos, incluindo a luta de Towne para interromper um projeto de construção imobiliária e um artigo de revista que ele leu sobre Los Angeles na década de 1930, passando por um relato sobre como autoridades desviaram água de outras áreas para garantir o crescimento da cidade. Completavam a mistura o fato de Towne ser amigo de uma vítima de incesto e de um policial da divisão de entorpecentes que lhe disse que não podia fazer prisões em Chinatown porque as autoridades locais tinham sido subornadas. O roteirista admitiu que ele e Polanski tinham brigas homéricas sobre cada aspecto do roteiro, durante o dia -- mas que isso não os impedia de sair para farrear de noite. Os dois são amigos até hoje, e Towne atribui a Polanski muitos dos toques que fizeram de "Chinatown", segundo o crítico de cinema da revista Time Richard Schickel, moderador do encontro, "um acidente perfeito, um dos maiores filmes americanos dos últimos 30 anos". Foi Polanski, por exemplo, quem insistiu que o final fosse mudado para que o capitalista malévolo Noah Cross (John Huston) vença, enquanto sua filha, Evelyn Mulray (Faye Dunaway), morre com uma bala na cabeça numa rua de Chinatown. Towne queria um final menos sombrio, mas admitiu: "Roman teve razão em dizer que queria um final assim duro para um filme complicado como esse. Eu falei: 'Vou escrever, mas será uma m...'." Evans lembrou a Towne que ele nunca teria ganho um Oscar se tivesse feito o final à sua moda. Foi Polanski quem teve a idéia de fazer um bandido cortar o nariz de Jake Gittis (Jack Nicholson) no metade do filme, obrigando o personagem a usar curativo ou pontos durante o resto da história, e o próprio Polanski teve prazer em representar o bandido. Polanski teve participação fundamental na criação do sucesso de "Chinatown", e tudo indicava que ele teria uma carreira importante em Hollywood. Mas quatro anos mais tarde ele estava no exílio na Europa, para onde fugiu para evitar ser preso por ter tido relações sexuais com uma menor de idade. Depois de passar anos fazendo filmes de pouco destaque em Paris, em 2003 o diretor ganhou o Oscar de melhor direção por "O Pianista", sobre o Holocausto em Varsóvia, baseado em parte em suas próprias memórias de infância durante a guerra. Evans disse que estava convencido de que "Chinatown" seria um fracasso de bilheteria e que a direção da Paramount odiou o filme. Mas Nicholson falou: "Eu não sabia que éramos párias. Eu pensava que éramos quentíssimos."

Eu(revista Sci-Fi News) com cara de idiota, Polanki e Rigotti (Sfi-Fi News também).


Escrito por Vebis às 00h02 [] [envie esta mensagem]

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