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Os 10 "mais mais" de 2007

Aqui está a minha lista sagrada dos melhores filmes de 2007, demoro muito pra colocá-la no ar porque ando tendo pouco tempo pra postar e como vejo blogs bonitos como do Chico e do Hudson, pra mim sairia bem mais agrável trabalhar o lado visual dele de maneira atrativa.


Enfim, sem churumelas, vamos aos 10 filmes de ouro deste ano!


 


10 - O Sobrevivente de Werner Herzog - Um dos sobreviventes de um grupo de paraquedistas cai no território inimigo, é pego como prisioneiro de guerra e faz amizade com outros prisioneiros e no decorrer do filme, você fica com mais raiva de alguns prisioneiros do que de quem aprisionou.


Christian Bale em sua melhor atuação do ano! Direção de Herzog precisa e cabulosa! O melhor filme de guerra do ano....quem sabe desta década!


 



 


9. Ligeiramente Grávidos de Judd Apatow - Uma das melhores peças cinematográficas do pessoal do Frat Pack. Uma cómedia cheia de tiradinhas atuais em que se tirar as piadas, conforme disse o ZP, se torna um filme com drama profundo pra qualquer jovem. Quando o filme toma tom mais sério também não fica piegas, o que comprova a direção boa.


 



 


8. Harry Potter e a Ordem da Fênix de David Yates - Penso que quando tiver um filho e ele ver minhas pesquisas do mestrado de dityadura, anos 60, perseguições e estabelecimento de ordem, ele vai em perguntar: - PAi! O que é a ditadura?


Eu vou pegar o filme HP 5 e colocar pra ele ver mais ou menos como foi. E fora o fato de que junto ao terceiro filme d Cuarón, este é o melhor da franquia em todos sentidos. Foi o melhor blockbuster do ano pra mim. O filme cresceu junto ao bruxo também, porque não tem mais nada de infanto juvenil...os danos aqui nesta diegese causam morte. E claro, o vilão vai tomando forma, uma frase que pro cinema faz todo sentido.


 



 


7. Senhores do Crime de David Cronenberg - Acabei vend dois filmes sobre a mafia russa, e no cas nos dois o clima traz a nostalgia de filmes de máfia. Aqui conforme li creio que na Cinética ou na Paisà, a luta do personagem do Mortensem pelada na sauna desnuda o próprio cinema do Cronenberg que ainda utiliza d cinema do corpo pra resolver os conflitos.


Fora que esta história poderia ser algo bem fraquinho frente aos filmes anteriores, mas a direção do Croneba é exuberante! o filme cresce.


 



 


6. Império dos Sonhos de David Lynch - Fica claro a experiência digital que Lynch queria ter. Não me cansei com as tais três horas que todos quase me afirmaram sentir. Achei um filme bem debruçado pra Laura Dern e tem pelo menos 2 gigantescos moemntos pro cinema neste ano: Laura Dern entra numa sala escura e encontra ela mesma numa reunião que rolou no começo do filme.


Outro excelente momento na qual comentei com o Paulo Santos Lima foi o recuo de camera na Sunset Boulevard com a mulher morta! Um plano de arrepiar todo mundo. Falta eu fazer releitura do proprio filme do Billy Wilder pra ver se tem alguma homenagem na decupagem.


 



 


5. I'm Not There de Todd Haynes - As seis facetas de Dylan em seis atores atores, sejam os personagens alter ego do cantor ou encarnações dele no decorrer da carreira. Mas assim como Haynes havia me deixado no clima do Glam rock no "Velvet Goldmine", Aqui pra quem é um pouco fã de Dylan vai sacar várias adptaçõe pra cinema de maneira autoral. Aos que não viram ainda o filme, fica a dica de ver o documentário do Scorsese sobre o cantor. Ajuda muito a compreender o universo do cantor. O filme já ajuda a entender o universo do diretor que gosta do cantor.


 



 


4. Medos privados em lugares públicos de Alain Resnais - A solidão não machuca tanto assim. Ela pode causar momentos únicos, sem qualquer demonstração de auto-indulgência e trabalha ainda mais a tal famigerada "trabalho da diferença das pessoas no coletivo" sem qualquer liçãozinha de moral. O cinema está ali no filme do Resnais pra ser vivido e não pra passar moralismos e coisas do gênero.


Entendi muito bem o que é solidão pelas mãos deste diretor, sem precisar ser atingido na veia sentimental. Apenas contemplativa do cinema.


 



 


4. Planeta Terror de Robert Rodriguez - E aqui, o cinema fica sem limites, tem ajuda da míidia que vendeu o filme de forma correta, vimos neste uma ousadia maior que do Tarantino no sentido de passar o Grindhouse e suas nuances, e vi um mexicano louco dirigindo livre, cruiando neste cinema, a parte de sua subversão de gênero, igualzinho o que já havia feito com o western "Era uma vez no méxico", porém, em grindhouse tem a vantagem de ousar mais e fazer o cinema ir num lugar onde poucos chegaram.


 



 


3. Cartas de Iwo Jima de Clint Eastwood - Quer queira ou não, fico apenas pensando como foi o fato do Clint rodar "Conquista da Honra" e ouvir dos japoneses que ele não pintasse os nipônicos como vilões. Aí ele vai lá e olha os dois lados da moeda e na inversão de valores vendo os dois filmes, ficamos perplexos com a desvantagem japonesa e a falta de heroísmo para ambos os lados. Pra mim, de longe Ken Watanabe foi o melhor ator que vi nas telonas e seu personagem complexo, ajuda muito na retórica de Eastwood que coloca sempre personagens quebrando paradigmas.


Ao escrever este acabei lembrando que o filme do Herzog não está sozinho no ranking de filmes de guerra deste novo milênio.


 



 


2. Os Donos da noite de James Gray - Quando comecei a ver cinema, notei alguns diretores que fazem filmes velhos, porque deve ver tanta coisa, que quando produz um filme, ficou marcado pela pegada. O primeiro a notar isso foi o Norman Jewilson. Entre outros vejo novamente um diretor fazer filmes velhos, porém o diretor é novo e ainda por cima me trouxe neste filme, uma tensão absurda que quando chega na belíssima perseguição de carros cheguei a levantar da cadeira.


A declaração dos irmãos de amor, é mais um detalhe pequeno do potencial do diretor que só não coloco como primeiro do ano, porque o primeiro lugar mexeu com fé, artefato de sensibilidade extrema pra qualquer latino!


 



 


1. Maria de Abel Ferrara - Este diretor faz muito filme que acham ruim, mas pra ser sincero se um dia eu fizer meu melhor filme iguala o pior dele, já estaria feliz. É nesta estética, que junto a diretores como Walter Hill, Friedkin entyre outros que tento me espelhar pra fazer meus filmes.


Binoche interpreta uma atriz que procura a fé depois de sentir o gosto da fé atuando. Forest Whitaker em seu melhor papel junto a "Bird" é um apresentador que utiliza de seu ofício pra buscar a fé e os que buscam a fé, a ponto de afetar na sua vida pessoal a tal perseguição. É como se Ferrara usasse o cinema pra nos mostrar cmoo foi com Paulo de Tarso, porém, os personagens de Whitaker e de Binoche me soam bem mais agradáveis que o romaninho fresco de Tarso.


Obra prima, já que nunca imaginava que existiria um Thriller com um combustível chamado fé! Pra mim, o melhor filme do ano!


 



 


 


Escrito por el cabrón de la pelicula às 18h37 [] [envie esta mensagem]

Os 20 ultimos melhores filmes de 2007

Chico Fireman começou fazendo piadinhas na Liga dos Blogues como começar pelos esquecidos ou pelo décimo primeiro lugar ao vigésimo quinto lugar, apenas para aquecer, para daí, fazer os 10 primeiros lugares. Vou quebrar algumas regras que tenho na Liga dos Blogues e postar filmes que não estreiaram, mas que vi no ano de 2007. Por isso que decidi colocar 30 filmes favoritos.



Os 10 melhores coloco no final de semana!



Mas voltando no lance de que o Chico fazia piadinhas saudáveis nas postagens do blog, eu gostei da idéia e vou fazer o mesmo agora pra me aquecer a professar os melhores filmes do ano.





30. 300 de Zack Snyder - Tinha visto no cinema e não havia descido direito como foi com o "Madrugada dos Mortos", pórém, uma releitura foi mais que necessário e acabei gostando de algumas coisas deste filme caricato. Acho que as cores de sangue que imitam as cores d Lyn Varley me deixaram felizes de ver o filme.





29. Viagem a Darjeeling de Wes Anderson - Esse lance de todo filme que junta família e que todos devem aprender a viver com a diferença um do outro é algo que me irritou ano passado com Pequena Miss Sunshine que nem achei um filme bom. Mas neste ano, vi que isso pode ser retratado de maneira interessante. A estética de Wes Anderson e uma nova maneira de decupagem me espantaram com o potencial do filme. Claro. Não poderia deixar de elogiar a trilha sonora.










28. O Hospedeiro de Bong Joon-ho - Francis alugou e me passou logo em seguida: - Um dos melhores filmes de monstro desde "The Thing" do Carpenter. Duvidei, mas comprovei. Tem o que de burocracia de interdição, ataques de um monstro em plena luz do dia. Fora atores e direção que nao imaginava que seriam tão bons! Excelentes planos de câmera também. Vou parar, senão fico só citando outros ouros que o filme tem!









27. A conquista da Honra de Clint Eastwood - que só veio parar aqui na última lista porque claramente "Cartas de Iwo Jima" mereciam um lugar nos 5 primeiros. Não curto gostar daquele em detrimento a este, mas como numa lista de 30, aqui ele tinha que estar.



Sobre o filme, este também teria um excelente nome traduzido para "Fomos heróis" porém, com uma interrogação após o nome.









26. Ratatouille de Brad Bird - Uma animação que diferente do resto das animações durante o ano, dialogava com todas idades e agradou pelo menos 95% de muita gente cinéfila. Ser mestre de cozinha é bem mais difícil que eu imaginava, justamente pelos rankings!









25. Hot Fuzz de Edgar Wright - Escrevo embaixo o elogio que Caraça fez ao diretor em que é um dos herdeiros do trono de John Landis. D gênero Policial, o cara chegou ao horror slasher sem perder a mão na direção...e na comédia.









24. Dreamgirls de Bill Condon - Musical tratado mal pelo público e pela crítica. Desceram o sarrafo neste filme e como sempre gosto de ver o lado positivo nos filmes (não consegui isso no Pearl Harbor) pra este filme o lado positivo chama-se Eddie Murphy gênio total. O melhor ponto do filme.









23. Saneamento Básico de Jorge Furtado - Este ano tava difícl ver um filme nacional que agradaria meus olhos. Pouco antes de Tropa de Elite que me deixou contente, veio este que foi ótimo ver como é a concepção de "vamos fazer um filme", por mais que Furtado as vezes se repita!









22. Transformers de Michael Bay - Quando li no blogue do Caraça a frase título "O dia que Michael Bay calou a minha boca" senti que poderia ir ver ao filme de olhos livres e não me arrependi. A trsnposição de filme para desenho funcionou bem: arremessos que atravessam prédis e principalmente a comédia do filme, o ponto alto. Roteiro bobo é especialidade do Bay, então nem pego mais no pé por conta disso!









21. Zodíaco de David Fincher - Tava de rabo virado com os filmes do Fincher, e quando li numa Film Comment que ele faria um filme digital, já temi que a liberdade ttal liberasse o diretor chato que tava preso no Fincher e que despontou no "Quarto do Pânico". Mas não, acabei vendo um filme bem dirigido, denso e até me enganaria se não soubesse que era digital.









20. 3:10 To Yumma de James Mangold - Assumo que defendi este diretor mediano porque colocou no cinema um dos meus ídolos, Johnny Cash. O filme nem é tão bom, mas fiquei num pacto maldito de convencer amigos chatos de que o filme é de um regular pra bom e que este diretor tem tudo pra acertar nos filmes. E veio esta chance com este filme que até tem nome, mas não vi qual. Cristian Bale e Russel Crowe atuam melhopr que nestes últimos filmes qu andei vendo (excessão de Sobrevivente no caso Bale).









19. A lenda de Beowulf de Robert Zemeckis - Mais uma experiência de Zemeckis, porém com uma técnica nova de animação que não manjo muito. Mas como filme de ação, ele me surpeendeu e me deixou satisfeito, trazendo ao final do ano, um clima tão bom quanto a trilogia de "O Senhor dos Anéis" me trazia. E claro, bem dirigido!









18. Piratas do Caribe 3 e o fim do mundo de Gore Verbisnki - Uma trilogia que eu não dava muito pra acontecer, porém este terceiro filme me pegou de surpresa principalmente quando vi a treta de dois navios no meio de um redemoinho. Outro fator é notar que a Disney não quer ficar parada no tempo, e se permitiu fazer filmes que estrapolassem mais a proposta inicial da empresa: o sonhar.









17. A Procura da Felicidade de Gabrielle Mucino - Ei Vebis! Fui ver aquele filme do Will Smith no cinema, parece uma mistura de "Ladrões de Bicicleta" com "A Vida é Bela". Você que gosta de cinema deveria ir ver.



Infelismente não consegui vê-lo no cinema. O vi em casa e me arrependi de não ter ouvido a esta voz que me indicou um filme. O filme é do caralho!









16. Antes só do que mal casado dos irmãos Farrelly - Comédia de mão pesada na direção, atuações estupendas de todos inclusive de figurantes, situações politicamente incorretas que me deixam babando na ousadia destes irmãos. Enfim, Farrelly Bros que não decepcionam nunca!









15. Superbad é hoje de Greg Mottola - Uma das comédia que mais me deixaram com dores n lado de tanto rir. Atores novos que atuavam muito mais que pareciam. Situações vivenciadas bem próximas doq ue muita gente da minha idade viveu. Garotas gostosas dando mole caso role festinhas, ou seja, ambiente familiar até pra brasileiros. E claro, um gênio da sensualidade mundial chamado "Mclovin". A marca dessa nova linha de atores do novo FratPack.









14. Tropa de Elite de José Padilha - Filme de macho com dizia um amigo cinéfilo Diógenes. Ousado, atira pra todos os lados figuradamente e até mesmo na prática. Atores livres e convincentes, alguma falha no roteiro no quesito lapidação de eprsonagens, mas ainda sim um dos melhores filmes nacionais do ano. Nota ZERO para aquele funk carioca pau no cú que ouvi durante várias viagens de trem, e nota mais zer ainda por imaginar que só por conta do filme a horrenda banda Tijuana pudesse voltar pra tocar em shows. Nem tud é um mar de rosas ...ou no caso, balas!









13. A Rainha de Stephen Frears - Mais um dos diretores que mesmo quietos, aparecem com um filme arrasa quarteirão justamente pela simplicidade. A atriz foi escolha certa, os momentos retratados no filme tem uma potência visual incrível. Um dos grandes do ano!









12. Apocalypto de Mel Gibson - Eu não rechassei "Paixão de Cristo" porque nem só impacto é o filme. O pictórico dele já mostrava que num próximo filme o Gibson poderia acertar a mão e fazer um filme gigante!



O foco seria o primórdio do povo Maya, falado em Maya, valor pictórico grande como eu imaginava, só que desta vez um roteiro convincente, uma aventura mil vezes melhor que muitos pretenciosos tentaram a sorte nestes campos. Gbson acertou no filme desta vez.









11. Redacted de Brian De Palma - Este gigantesco diretor sabe bem como dirigir um grande filme. Ficou de cú virado com a mídia norte americana, fez um filme revisitando "Pecados de Guerra", usou e abusou do digital e teve tempo até pra fazer um documentário francês pra mostrar a guerra e as mentiras que fazem da guerra pra população ver. Mais um filme de macho.





Tem algumas menções honrosas que quero fazer a filmes que não entraram no top 30, mas me agradaram muito. MAs isso faço depois do top 10 que posto depois!


Salve o cinema!


Escrito por el cabrón de la pelicula às 18h56 [] [envie esta mensagem]

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